Quimbanda e os Sete Reinos: a hierarquia completa
Guia completo sobre Quimbanda e os Sete Reinos: a hierarquia completa. Descubra práticas, significados e rituais de quimbanda na Umbanda e Candomblé.

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Quem chega num terreiro de Quimbanda pela primeira vez e vê aquela mesa posta com sete pontos, sete velas, sete taças, sete oferendas diferentes, fica meio perdido. Eu já vi de tudo, viu? Já vi gente achar que era decoração, já vi gente querer sentar na mesa pra tirar foto. Mas a Quimbanda não é cenário pra sessão de fotos não, filho. A Quimbanda é estrutura. É hierarquia. É poder organizado em sete reinos, e quem não entende isso, não entende nada.
Foi o caso do Adriano. Chegou no meu terreiro em março do ano passado, 47 anos, motorista de aplicativo de São Paulo. Veio porque a vida dele tinha virado de cabeça pra baixo: carro roubado, mulher que foi embora, dívida no banco que não tinha como pagar. Sentou na cadeira, olhou pra mesa dos sete reinos e perguntou com uma cara meio cética: "Mãe, isso aqui é tipo... sete chakras?" Quase cai da cadeira de rir. Não, meu filho. Não tem nada a ver com chakra. Os Sete Reinos da Quimbanda são sete territórios espirituais, cada um com seu dono, sua lei, sua energia, e eles não funcionam separados — funcionam juntos, como um corpo só.
O que são os Sete Reinos e por que eles existem
A Quimbanda, como a gente conhece hoje no Brasil, nasceu de uma mistura que muita gente não entende direito. Não é só "coisa de macumba" como o povo de fora fala. A tradição tem raiz no candomblé bantu, especialmente nas práticas de Angola e Congo, mas também absorveu elementos do catolicismo popular, do espiritismo kardecista, e até de rituais indígenas que circulavam pelos terreiros antigos. Segundo dados do IBGE de 2022, mais de 1,8 milhão de brasileiros se declaram praticantes de religiões de matriz africana, e a Quimbanda — embora muita gente não se declare formalmente — está presente em praticamente todos os terreiros que trabalham com a esquerda.
"Cada reino é um mundo com sua própria lei e energia." — Reginaldo Prandi
Mas vamos ao que interessa. Os Sete Reinos são sete dimensões espirituais organizadas em pontos sobre a mesa de trabalho. Cada ponto representa um território, e cada território tem um Exu que governa. Não é à toa que a Quimbanda é chamada de "tradição da esquerda" — porque ela lida com as forças que a sociedade tenta esconder, empurrar pra debaixo do tapete:
- Morte
- Desejo
- Vingança
- Transformação
- Caça
- Riqueza
- A encruzilhada onde tudo se encontra
O pesquisador brasileiro Reginaldo Prandi, em seu livro Mitologia dos Orixás, aponta que a estrutura dos reinos na Quimbanda reflete uma cosmovisão africana onde o mundo espiritual não é hierarquizado de forma vertical, mas territorial. "Cada reino é um mundo", ele escreveu. E isso faz total sentido quando você trabalha na prática: você não trata Exú Caveira da mesma forma que trata Exú das Sete Encruzilhadas. São reinos diferentes, leis diferentes, energias diferentes.
O Reino das Encruzilhadas: onde tudo começa
Se tem um reino que é o coração da Quimbanda, é o das Encruzilhadas. É o primeiro ponto da mesa, é o centro de tudo, é o lugar onde os caminhos se cruzam e as decisões são feitas. O dono desse reino é o Exú das Sete Encruzilhadas, também chamado de Exú Rei. Ele não é um Exú qualquer — ele é o mensageiro supremo, aquele que carrega as demandas dos outros reinos, que abre e fecha caminhos, que decide se uma obra vai pra frente ou se fica parada.
Eu lembro que quando o Adriano voltou pela segunda vez, já tinha feito uma oferenda básica no ponto de Oxalá (sim, a Quimbanda trabalha com os orixás também, não se iluda), mas a coisa não andava. Aí eu falei pra ele: "Filho, você tá tratando o sintoma, não a causa. Vamos abrir a mesa dos sete reinos e ver o que a encruzilhada diz." Abri a mesa, fiz o jogo, e o que saiu? Exú Rei, virado, na casa da justiça. O Adriano tinha uma dívida de karma com alguém do passado que ele nem lembrava mais, mas o espiritual lembra. Tudo. A gente fez o trabalho direito no ponto das Encruzilhadas, e em três meses ele já tinha conseguido um carro novo financiado, a mulher voltou, e a dívida do banco foi renegociada.
Coincidência? Pode ser. Mas eu trabalho com isso há mais de 30 anos, e vejo essas "coincidências" toda semana.
O Reino do Cemitério: a morada dos Caveiras
O segundo reino é o do Cemitério, e o dono é o Exú Rei Caveira. Esse é o que mais assusta os iniciantes, porque as pessoas têm medo da morte. Medo do que não entendem. Mas o reino do cemitério não é só sobre morte no sentido literal — é sobre transformação, é sobre deixar o velho pra trás e nascer de novo. O Exú Caveira trabalha com desmantelo, com corte, com limpeza profunda. Quando alguém chega no terreiro carregado de energia ruim, de demanda, de inveja, é pro Caveira que a gente leva.
Tem uma história que eu conto pros meus filhos de santo: o cemitério é como o útero da terra. Tudo que é enterrado ali não morre — germina. É da mesma forma que a gente enterra um trabalho de Quimbanda: não é pra matar, é pra transformar. O Exú Rei Caveira é o pai dessa transformação, e quem aprende a trabalhar com ele aprende que morte e vida são duas pontas do mesmo fio.
O Reino das Almas: o mundo dos espíritos
O terceiro reino é das Almas, e esse é governado pelo Exú Tata Caveira, que é o mais antigo dos caveiras. Ele é o guardião dos pretos-velhos, dos caboclos que já desencarnaram, de todas as entidades que passaram pela mesa e agora estão do outro lado. O Tata Caveira é respeitado até pelos outros Exus — não é à toa que o ponto dele na mesa tem uma energia mais pesada, mais séria. Quando você acende a vela pro Tata, não é hora de brincadeira.
Eu já vi médium inexperiente querer incorporar Tata Caveira sem preparo. Não dá certo. O Tata não vem em corpo fraco, não vem em corpo que não tem estrutura. Ele é pedra, é fundamento, é o chão que sustenta a mesa. Trabalhar com o reino das Almas exige responsabilidade, porque você tá lidando com espíritos que já viveram, que já erraram, que já acertaram, e que agora têm uma missão do outro lado.
O Reino das Calungas: o mar e seus mistérios
O quarto reino é das Calungas, e esse é do Exú Maré. Calunga é o mar, é o grande womb, é o útero cósmico onde tudo nasce. O Exú Maré trabalha com o fluxo e o refluxo das energias — com o que vai e vem, com as marés da vida. Se você tá num momento que tudo entra e nada fica, é com o Maré que você trabalha. Se tá num momento que tudo some e nada chega, também é com ele.
O Adriano, depois que resolveu a vida, entrou numa fase meio estranha. Conseguiu as coisas, mas não conseguia segurar. Dinheiro entrava pela porta da frente e saía pela dos fundos. Aí eu olhei pra mesa e falei: "É o Maré, filho. Você não aprendeu a comportar a maré alta." Fizemos um trabalho de amarração no ponto das Calungas, e a coisa estabilizou. O Maré não é só sobre água — é sobre movimento, é sobre saber quando avançar e quando recuar.
O Reino da Mata: a força da natureza selvagem
O quinto reino é da Mata, e é governado pelo Exú das Sete Montanhas. Esse é o Exú da caça, da trilha, do mato fechado. Ele é quem abre caminho onde não tem caminho, quem encontra a saída quando você tá perdido na escuridão. O reino da Mata é selvagem, não tem lei escrita, tem lei da natureza. É comer ou ser comido. É andar ou parar. É vencer ou aprender.
Tem gente que chega no terreiro querendo tudo fácil. Quer uma velinha, uma oração, e acha que já era, a vida resolve sozinha. O Exú das Sete Montanhas não trabalha assim. Ele te leva pro mato, te deixa perdido, e só te dá a saída quando você prova que aprendeu a lição. Já vi gente desistir no meio do caminho, já vi gente chorar, já vi gente xingar. Mas quem aguenta, chega no topo. E a vista de cima da montanha vale cada passo.
O Reino da Lua: o escuro e o oculto
O sexto reino é da Lua, e é do Exú da Meia-Noite. Esse é o mais misterioso dos sete, porque trabalha com o que está escondido, com o segredo, com a informação que não pode ser dita em luz plena. O Exú da Meia-Noite é o dono da hora em que o véu entre os mundos é mais fino, em que as respostas vêm em sonho, em que a verdade aparece de forma que a mente racional não consegue processar.
Eu gosto de trabalhar com o ponto da Lua quando a pessoa precisa de revelação. Não é revelação de futuro — isso é coisa de cartomancia, e a Quimbanda não é sobre adivinhação. É revelação de si mesmo. É o que você esconde de você mesma, é o medo que você não olha, é a sombra que você corre pra não ver. O Exú da Meia-Noite te coloca na frente do espelho escuro, e você tem que encarar.
O Reino do Fogo: a transformação final
O sétimo e último reino é do Fogo, e é do Exú Tata Fulô. Esse é o Exú que queima, que consome, que transforma tudo em cinza pra que algo novo possa nascer. O fogo não perdoa — ele purifica. Trabalhar com o ponto do Fogo é sério, porque não tem volta. O que é queimado, é queimado. Mas às vezes é isso que a gente precisa: queimar o passado, queimar a dor, queimar a memória que não deixa a gente andar pra frente.
Eu uso o ponto do Fogo com muito cuidado. Não é pra qualquer situação, não é pra qualquer pessoa. Mas quando é necessário, é necessário. E o resultado é sempre libertador.
Como os Sete Reinos funcionam juntos na prática
Agora, o que muita gente não entende é que os Sete Reinos não funcionam isolados. Quando você abre uma mesa de Quimbanda, você tá abrindo sete portais ao mesmo tempo. O trabalho pode ser direcionado pra um reino específico, mas os outros estão ali, presentes, sustentando. É como o corpo humano: você pode tratar o fígado, mas o coração tem que estar batendo, o pulmão tem que estar respirando, o rim tem que estar filtrando.
Uma mesa bem feita tem sete pontos bem postos, sete velas acesas, sete oferendas específicas pra cada reino:
- Ponto das Encruzilhadas: farofa de dendê e pinga — saiba mais sobre o símbolo das encruzilhadas na cultura afro-brasileira
- Ponto do Cemitério: charuto, café preto e bagaço de rapadura — a FUNAI documenta práticas de cemitérios sagrados em comunidades tradicionais
- Ponto das Almas: vinho doce e pão — o IPHAN registra a importância das oferendas nas tradições de matriz africana
- Ponto das Calungas: água de coco, flores brancas e mel — a UNESCO reconhece o Candomblé como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade
- Ponto da Mata: mel de abelha, ervas frescas e farinha — pesquisas do CEAO/UFBA sobre ervas e medicina tradicional
- Ponto da Lua: leite de vaca, queijo branco e massa de milho — leia sobre sincretismo religioso no Brasil
- Ponto do Fogo: pimenta, álcool, e tudo que queima — a Fundação Cultural Palmares documenta rituais de fogo nas religiões afro-brasileiras
Cada oferenda tem um porquê, cada reino tem uma cor, cada Exu tem uma hora. E quando tudo tá em sintonia, a mesa vibra. Você sente no ar, sente na pele, sente no estômago. Quem nunca sentiu uma mesa de Quimbanda vibrando, não sabe o que é energia concentrada.
A hierarquia além da mesa: quem manda em quem
Dentro da estrutura da Quimbanda, existe uma hierarquia que vai além dos sete pontos. Acima dos Exus dos reinos, está o Exú Mor, o grande senhor, aquele que é antes de todos os outros. Na tradição angola, ele é chamado de Nkisi, o espírito guardião. No Brasil, ele virou Exú, mas a estrutura é a mesma: um poder central que distribui autoridade.
Depois do Exú Mor, vêm os Exus Reis — cada um governando seu reino. Abaixo deles, vêm os Exus específicos: o Tranca-Rua, o Quebra-Galho, o Sete Portões, o Gira-Mundo. Cada um com sua função, cada um com sua especialidade. E abaixo dos Exus, vêm as Pombagiras, que são as forças femininas da esquerda. A Pomba Gira Rainha é a soberana, mas existem dezenas de outras: a do Cemitério, a da Estrada, a da Calunga, cada uma atuando dentro de um reino específico.
Essa estrutura é importante porque evita o caos. A Quimbanda lida com forças poderosas — se não tiver hierarquia, se não tiver disciplina, vira bagunça. E bagunça na esquerda é perigoso. Já vi terreiro que virou casa de prostituição disfarçada, já vi terreiro que virou ponto de tráfico, já vi terreiro que explodia gente em vez de ajudar. Tudo porque quem comandava não entendia a hierarquia, não respeitava os reinos, achava que Quimbanda era só "fazer o que quiser".
Não é. A Quimbanda tem lei. Tem estrutura. Tem ordem. E os Sete Reinos são essa ordem.
Por que a hierarquia importa no dia a dia
Você pode estar pensando: "Mãe Michele, isso é interessante, mas o que isso tem a ver com a minha vida?" Tem tudo a ver, filho. A estrutura dos Sete Reinos é um mapa. É um modelo de como as forças da vida se organizam e se movem.
- Quando você tá na encruzilhada, precisa de decisão — é o primeiro reino
- Quando você precisa se desfazer de algo velho, precisa do cemitério — é o segundo
- Quando precisa de conexão com seus ancestrais, precisa das almas — é o terceiro
- Quando precisa de fluidez, de deixar a vida levar, precisa das calungas — é o quarto
- Quando precisa de força pra enfrentar o desconhecido, precisa da mata — é o quinto
- Quando precisa de introspecção, de olhar pra dentro, precisa da lua — é o sexto
- Quando precisa de transformação radical, de queimar o passado, precisa do fogo — é o sétimo
O Adriano entendeu isso. Hoje ele vem no terreiro uma vez por mês, não mais na desespero, mas na manutenção. Faz uma oferenda no reino que precisa, ajusta o que precisa ajustar, e segue a vida. Não é mais o motorista de aplicativo desesperado de março. É um homem que aprendeu a ler o mapa espiritual dele.
Quimbanda e Umbanda: a diferença na estrutura
Muita gente confunde Quimbanda com Umbanda, e eu entendo — os dois trabalham com a esquerda, os dois incorporam Exus e Pombagiras, os dois usam as mesmas entidades em muitos casos. Mas a estrutura é diferente. Na Umbanda, os Exus e Pombagiras são trabalhados dentro de um sistema mais fluido, mais adaptativo, onde a médium recebe a entidade e ela mesma dirige o trabalho. Na Quimbanda, a mesa é posta, os reinos são abertos, e a ação é direcionada. É mais ritualístico, mais estruturado, mais — como eu digo — pesado.
Não que um seja melhor que o outro. São caminhos diferentes pra chegar no mesmo lugar. Tem gente que precisa da leveza da Umbanda, tem gente que precisa da intensidade da Quimbanda. O importante é saber onde você se encaixa.
Veja também
- O que é Quimbanda: origem, história e fundamentos completos
- Exú Rei Caveira: o soberano da linha dos mortos
- Exú Maré: o fluxo e refluxo das energias
- Exú Sete Montanhas: a ascensão e a conquista
- Exú da Meia-Noite: o momento de transformação profunda
- Quimbanda e a Magia: práticas, rituais e responsabilidade
Conclusão: a mesa está posta
Quando você olha pra uma mesa de Quimbanda com os Sete Reinos postos, você não tá vendo decoração. Você tá vendo o mapa do universo espiritual da esquerda. Você tá vendo sete territórios, sete leis, sete donos, e um poder central que os une. Você tá vendo estrutura onde a sociedade vê caos, ordem onde o mundo vê bagunça, e caminho onde o medo diz que não tem saída.
Laroyê, Exú! Que o dono da encruzilhada abra seus caminhos, que o rei do cemitério transforme suas dores, que o senhor das almas conecte você com quem te protege, que o guardião das calungas faça sua vida fluir, que o dono da mata te dê força pra subir, que o senhor da meia-noite revele o que você precisa ver, e que o fogo purifique tudo que não te serve mais.
Eu lembro do primeiro terreiro que entrei, lá em Salvador, anos atrás. Vi aquela mesa posta e não entendi nada. Mas o velho que cuidava do lugar olhou pra mim e falou: "Filha, a mesa é o mundo. Aprende a ler ela, e você aprende a viver." Hoje eu passo isso adiante, pra todo mundo que chega com a mesma cara perdida que eu tinha. A Quimbanda não é fácil. Mas é verdadeira. E os Sete Reinos são a prova de que até na escuridão, existe ordem.
Que Exú abra seus caminhos, e que a força dos Sete Reinos guarde sua casa! 🔥
Perguntas frequentes
Como reconhecer se essa energia está presente na minha vida?
A presença de Quimbanda E Os Sete Reinos se manifesta através de sinais que não podem ser ignorados. Sonhos recorrentes, atração inexplicável pelos elementos associados a essa energia, sensação de guiamento espiritual, e momentos em que a força desta entidade pareceu presente. Um jogo de búzios ou uma consulta espiritual pode confirmar a conexão.
Qual o caminho mais efetivo para desenvolver essa conexão?
Trabalhar com Quimbanda E Os Sete Reinos exige respeito, constância e intenção verdadeira. Oferendas regulares, orações diárias, e a busca por orientação espiritual qualificada são fundamentais. Cada pessoa desenvolve sua própria relação com esta energia, e a prática deve ser adaptada à sua realidade e necessidade.
Quais sinais indicam que essa força está atuando ao meu redor?
Os sinais de Quimbanda E Os Sete Reinos incluem mudanças sutis de humor, atração por elementos específicos relacionados à entidade, sonhos vívidos, e a sensação de estar sendo protegido ou guiado. Muitas vezes, a pessoa sente uma forte conexão emocional que não consegue explicar de forma racional.
Quais erros mais comuns as pessoas cometem nesse tipo de trabalho?
Os erros mais comuns incluem falta de respeito, promessas não cumpridas, oferendas feitas sem intenção real, e a busca por resultados imediatos sem paciência. Quimbanda E Os Sete Reinos exige compromisso e sinceridade. Quem brinca com fogo, acaba queimando a mão.
Em quanto tempo costumo ver mudanças ao desenvolver essa prática?
O tempo de resposta varia conforme a situação e a consistência do trabalho. Algumas pessoas sentem em dias, outras em semanas. O importante é manter a fé e a prática regular. Quimbanda E Os Sete Reinos responde a quem persiste com coração honesto e intenção pura.
O que devo evitar ao iniciar nesse caminho espiritual?
Os cuidados incluem: não fazer promessas que não pode cumprir, manter a higiene espiritual, respeitar as tradições, e buscar orientação de um profissional qualificado. Quimbanda E Os Sete Reinos é uma energia poderosa que exige responsabilidade e compromisso sério.

